O ENSINO DE HISTÓRIA NA LEITURA DA CULTURA ESCOLAR: SUJEITOS, VIVÊNCIAS, PRÁTICAS E FORMAS DE COMPREENSÃO DA ESCOLA PÚBLICA.

Nome: Prisciliana Costa Ventura
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 14/05/2020
Orientador:

Nome Papelordem decrescente
Maria Alayde Alcantara Salim Orientador

Banca:

Nome Papelordem decrescente
Jorge Luis Verly Barbosa Examinador Externo
Sandra Kretli da Silva Examinador Externo
Rita de Cassia Cristofoleti Examinador Interno
Maria Alayde Alcantara Salim Orientador

Resumo: A pesquisa aborda a prática do ensino de história no contexto de uma Escola Pública do estado do Espírito Santo, em consonância com a vivência de jovens alunos dos primeiros, segundos e terceiros anos do Ensino Médio, intencionando compreender a Cultura Escolar ali presente. Apresenta como principal objetivo realizar a leitura acerca dos aspectos que marcam o Ensino Médio de uma escola pública no estado do Espírito Santo, a partir das experiências com a disciplina de História, buscando compreender as diversas formas de percepção dos jovens em relação à instituição em consonância com a comunidade em que se encontra inserida. Tem como objetivos secundários, analisar como a diversificação das práticas do ensino de história podem promover a compreensão das especificidades sociais relacionadas ao espaço em que os alunos se encontram inseridos; e mapear diferentes formas de percepção e expectativas dos alunos em relação ao espaço escolar tendo como referência as especificidades locais. Como pensar a escola de dentro para fora, interligada aos seus agentes, no interior da comunidade em que se insere, próxima ao papel do professor, ao que trazem documentos e outorgas impostas pelo sistema educacional, aos números expressos em pesquisas, mas principalmente, como a escola era sentida e modificada pelos os seus alunos? A escrita foi tecida, em seu quadro teórico, por autores como: Bloch (2001), Benjamin (1996) , Burke (2008); Escolano (2017); Masschelein e Simons (2017), Larrosa (2017) e Freire (1996) como possibilidade ao diálogo com o que diz o jovem aluno no interior do espaço escolar. A metodologia qualitativa, de cunho participante, traz como instrumentos da pesquisa etnográfica: diários de campo; a construção de documentos produzidos pelo alunado, grupo de discussão e um projeto de pesquisa, realizado no interior da comunidade com alunos do Ensino Médio de escola pública em que se deu o estudo. A conclusão a que se chegou, através dos diálogos com as memórias compartilhadas pelos residentes locais e os estudantes, é a possibilidade de um ensino focado em uma história mais humanizadora.

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