A Programação como ferramenta didático-pedagógica para o ensino de Geometria na Educação Básica em um ambiente construcionista

Nome: Fabio Atila Cardoso Moraes
Tipo: Dissertação de mestrado acadêmico
Data de publicação: 03/07/2020
Orientador:

Nomeordem decrescente Papel
Lúcio Souza Fassarella Orientador

Banca:

Nomeordem decrescente Papel
José Armando Valente Examinador Externo
Lúcio Souza Fassarella Orientador
Moysés Gonçalves Siqueira Filho Examinador Interno

Resumo: Pesquisa Descritiva Exploratória, cujos sujeitos da pesquisa são 17 estudantes do nono ano do Ensino Fundamental, tendo como campo de estudo uma Escola Estadual situada no município de São Mateus. Versa acerca de uma experiência didática que contempla as cinco dimensões do ambiente Construcionista, na qual os alunos resolvem problemas de Geometria utilizando a rígida estrutura de semântica e de sintaxe exigida pela Linguagem de Programação Portugol. Tal experimento, com o intuito de orientar a elaboração de um algoritmo para a resolução dos problemas propostos, fundamenta-se na Espiral de Aprendizagem, bem como no modelo de Polya para resolução de problemas matemáticos. Diante disso, traz à baila o questionamento: Quais contribuições podemos obter do uso da programação para o ensino de conteúdos matemáticos como a Geometria? Para atender tal indagação, tem como objetivo geral investigar as contribuições da Programação para o ensino de conteúdos de geometria ao longo do desenvolvimento de um projeto didático realizado e como objetivos específicos: i. Investigar o processo de elaboração de programas computacionais para resolução de problemas por alunos inseridos numa experiência didática em ambiente construcionista; ii. Investigar as estratégias para o debugging de programação desenvolvidas por estudantes da Educação Básica num ambiente Construcionista, visando identificar suas contribuições específicas para a compreensão e fixação de conceitos de Geometria. A fim de analisar os algoritmos e o debugging, aplica a categorização seguindo os critérios de Bardin e cria três categorias a posteriori: i. Debugging relativos às variáveis; ii. Debugging sintáticos ou semânticos; iii. Debugging conceituais. Destarte, foi possível observar, os diferentes níveis de abstração do aprendiz, bem como suas respectivas funções dentro do processo de ensino-aprendizagem dos conteúdos. Verificou-se a utilização de uma sequência lógica e detalhada dos pensamentos, por parte dos estudantes, tornando-os cada vez mais autônomos. Por fim, verificou-se que a utilização do Pensamento Computacional, em um ambiente Construcionista, proporciona a sensação de praticidade, em virtude do fato de poder aplicar imediatamente algo que acabou de aprender além de fortalecer as relações aprendiz-objeto, aprendiz-aprendiz e aprendiz-professor o que, consequentemente, contribui para o Ensino de Matemática.

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